sexta-feira, 22 de abril de 2011

É sempre por esta altura, na véspera da sexta feira santa. Dos quase trinta aperecem cerca de dez. Há os que ficaram na terra e os que sairam. Os que estão bem na vida e os desempregados. Os que têm filhos. Os casados. Os que não admitem que vivem como casados...

E passaram dez anos. Num estalar de dedos.

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